Servidores do TJ-PI participam de treinamento sobre o PJe no TJ-MG

De manhã, alunos; à tarde, professores. Essa foi a forma encontrada pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) em conjunto com o Tribunal de Justiça do Piauí (TJPI) para capacitar a equipe deste no sistema Processo Judicial eletrônico (PJe). “A ideia é transmitir o conhecimento e, para ver se foi assimilado, pedimos que os alunos devolvessem o conhecimento, isto é, que eles ensinassem o que aprenderam”, explicou o gerente de Sistemas Judiciais Informatizados do TJMG, Dalton Luiz Fernandes.
A proposta agradou a equipe. De acordo com a coordenadora de Educação a Distância da Escola Judiciária do Piauí (Ejud), Daiane Algarves, eles serão multiplicadores do conteúdo aprendido, então já receber as dicas no momento da apresentação foi engrandecedor. “A correção é feita de imediato, o método foi muito proveitoso”, completou o analista Francisco Magalhães. Para o técnico administrativo do Halain Kardec Silva Teixeira, do TJPI, o apoio pedagógico que tiveram facilitou muito a compreensão do assunto. Eles aprenderam desde como peticionar até como arquivar um processo no sistema eletrônico.
Minas Gerais, segundo Dalton Luiz Fernandes, é referência do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), quando alguma outra instituição solicita um “apadrinhamento” como esse. O TJMG capacitou duas outras equipes do Piauí no PJe, e a administração de lá acabou solicitando o apoio mais uma vez. Para a diretora acadêmica da Ejud, Bárbara Teresa Pereira Martins Vieira ficam claros os motivos. “A estrutura e a forma como fomos recepcionados e capacitados são excelentes”, afirmou. Ela disse, ainda, que otimizou a vinda e visitou a Escola Judicial Edésio Fernandes (Ejef) do TJMG, o que possibilitou a troca de informações sobre os planos acadêmicos.
A assistente de negócios do Núcleo Técnico do PJe do TJMG, Fernanda Pires Gontijo, deu aulas sobre as funcionalidades do perfil servidor da secretaria; e o orientador Guilherme Chiodi, sobre o perfil magistrado. Ambos contaram com a ajuda do monitor Leonardo Bragança. Fernanda Pires contou que, no momento em que alunos se transformaram em orientadores, foi possível ajudar também no quesito tempo de apresentação.
Para o assistente técnico Rodrigo Caetano Magalhães Dantas, que não tinha qualquer familiaridade com o PJe, a exposição foi válida para todos, os que já tinham certa prática e os que só tinham ouvido falar do sistema. “O curso foi detalhista e abordou todos os campos mostrados. Gostei muito.”
A ideia agora, segundo Daiane Algarves, é levar o conhecimento quando da expansão do PJe ao Piauí e, quem sabe, fazer com que novos alunos se tornem futuros orientadores.
Fonte: TJ-MG
29 de novembro de 2016
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