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Baixar Para Avançar ultrapassa os 7 mil arquivamentos e baixa mais de 5 mil processos em 17 unidades judiciárias

Gestão, organização e trabalho. A Corregedoria Geral da Justiça vem investindo nesses três pilares para incrementar a produtividade das unidades judiciárias, resolvendo gargalos e implantando um modelo mais eficiente de gerência de processos. Entre os projetos que vem fazendo a diferença, está o Baixar para Avançar, que em quatro meses já atuou em dezessete unidades judiciárias.

Laiane Santos, Lenilda Santos, Janice Bevilaqua e Sheylla Raquel Diniz; equipe que trabalhou em Luzilândia.

Até agora, foram mais de 35 mil movimentações, mais de sete mil arquivamentos  e mais de cinco mil baixas. “O trabalho nas unidades só é encerrado quando zera o número de processos a serem baixados. Atuamos especialmente nas unidades que têm alto índice de congestionamento, dando encerramento nesse trâmite e preparando o ambiente para a chegada da digitalização. Esse apoio é importante, uma vez que os índices de produtividade do Tribunal junto ao Conselho Nacional de Justiça só são reconhecidos quando esse processo é finalizado”, destaca o coordenador do Projeto, Pedro Paulo Silva

A última unidade que recebeu o trabalho do Baixar para Avançar foi Luzilândia, onde, além de arquivar, baixar e movimentar processos, o projeto organizou os autos já inertes e deu andamento às publicações. “Em uma semana, o Baixar para Avançar deu vazão a um grande número de processos que estavam parados na nossa comarca, por conta da carência de servidores. A demanda é enorme. Além disso, o projeto ajudará consideravelmente para uma melhor organização dos autos inertes e no andamento de publicações que estavam há meses necessitando de serem publicadas”, destacou Francisco Ismar Silva, técnico judicial da comarca.

Processos arquivados pelo projeto

O secretário da Comarca explica que o Baixar para Avançar atacou uma necessidade crônica da comarca “Esse trabalho foi importantíssimo. Levaríamos um tempo inexistente para solucionar tais problemas, de causas diversas, mas principalmente originados num dia em que um escritório só, num único dia ajuizou 2 mil ações na comarca, sem que nenhum apoio logístico tenha sido feito ´para amenizar o impacto”, explica Joaquim Pereira Neto, que chamou atenção ainda para o conhecimento técnico das servidoras que trabalharam em Luzilândia.

Para o corregedor geral da Justiça, desembargador Hilo de Almeida Sousa, o projeto é fruto do compromisso que a Corregedoria tem com as unidades judiciárias e sobretudo com o jurisdicionado. “Como todos os tribunais, temos problemas ainda de quantidade de servidores e muitas unidades judiciárias estão sobrecarregadas. Avaliamos essa necessidade e entramos para auxiliar, não apenas para sanar as unidades, mas também para implantar um novo modelo de gestão”, argumenta o desembargador.

Até agora, o projeto já passou por: Jaicós, São Miguel do Tapuio, São João do Piauí, Simões e Luzilândia no interior. Na capital, as unidades que já receberam o trabalho foram: 4ª, 5ª e 7ª Varas Criminais, 2ª, 4ª, 5ª e 6ª Varas Cíveis, além da 2ª, 4ª e 6ª Varas de Família, 2ª Vara da Infância e Juventude e 4ª varas dos Feitos da Fazenda Pública.

Processos devidamente publicados e separados de forma organizada.

 

 

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