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Nupemec retoma campanha Conhecendo a Agenda 2030

 
 

O Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Resolução de Conflitos do Tribunal de Justiça do Estado do Piauí (Nupemec/TJ-PI) retoma, nesta segunda-feira (16), a campanha Conhecendo a Agenda 2030, voltada à disseminação dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODSs), propostos pela Agenda 2030, da Organização das Nações Unidas (ONU). Ao longo desta semana, os ODSs 10 e 11, “Reduzir a desigualdade dentro dos países e entre eles” e “Tornar as cidades e os assentamentos humanos inclusivos, seguros, resilientes e sustentáveis”, serão trabalhados no perfil @equipenupemectjpi na rede social Instagram.

Os ODSs foram definidos pela ONU com a missão de melhorar, até o ano de 2030, todos os índices que contribuam para o desenvolvimento das nações, levando em conta fatores como a pobreza, taxa de mortalidade, uso e acesso aos recursos naturais, dentre outros. A campanha Conhecendo a Agenda 2030 tem como objetivo levar servidores e magistrados do TJ-PI, além do público em geral que acompanha as publicações do perfil do Nupemec, à reflexão sobre esse desafio e, nessa retomada, serão trabalhados dois ODSs semanalmente.

Sobre os objetivos divulgados pelo Nupemec ao longo dessa semana, Rinaldo Sousa, coordenador de Políticas Judiciais do TJ-PI, explica que “o objetivo 10 da Agenda 2030 está diretamente relacionado com o objetivo 1, que é a erradicação da pobreza”. “A desigualdade entre pessoas e entre países é reflexo da alta concentração de renda e da falta de políticas públicas para distribuição de rendas e oportunidades. Mais de metade da população mundial vive em áreas urbanas. Em 2050, esse número aumentará para 6,5 bilhões de pessoas, dois terços de toda a humanidade. O rápido crescimento das cidades junto com o aumento da migração rural para a urbana levou a um boom nas mega-cidades. A pobreza extrema é muitas vezes concentrada em espaços urbanos e os governos nacionais e municipais lutam para acomodar o aumento da população nessas áreas”, declara.

O coordenador pondera, já se referindo ao ODS 11, que o desenvolvimento sustentável não pode ser alcançado sem transformar significativamente a forma como construímos e gerenciamos nossos espaços urbanos. “Tornar as cidades seguras e sustentáveis significa assegurar o acesso a habitações seguras e a custo razoável e melhorar os assentamentos de favelas. Também envolve investimentos em transportes públicos, criação de espaços públicos verdes e melhoria do planejamento e gestão urbana de forma participativa e inclusiva”, aponta Rinaldo Sousa.

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