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Digitalização chega à 9ª e 10ª Varas Cíveis em Teresina e à cidade de Monsenhor Gil

O Núcleo de Digitalização da Corregedoria Geral de Justiça já está funcionando junto ao setor de distribuição de processos de primeiro grau. Nesse primeiro momento, a meta é acelerar os resultados na digitalização de processos das unidades jurisdicionais da capital. Os trabalhos já começaram pela Nona e Décima Varas Cíveis de Teresina, além da cidade de Monsenhor Gil.
O Corregedor Geral de Justiça. o desembargador Hilo de Almeida. já visitou a Central de Distribuição de Processos para estimular e explicar a importância dos servidores da unidade, nesse novo momento do Judiciário piauiense. “Temos avançado muito nos últimos anos e nosso desafio é fazer ainda mais e melhor. Com o Poder Judiciário 100% digital, tudo vai ficar mais fácil, econômico e transparante. O resultado disso será uma maior produtividade, maior resolutividade e mais facilidade para o acesso das pessoas à Justiça”, destaca o desembargador.
De acordo com a secretária geral da Corregedoria Geral de Justiça. Mônica Lopes nesse primeiro momento, o Núcleo está auxiliando a digitalizando os processos físicos das unidades judiciarias da capital. “A Digitalização de processos é um trabalho feito a várias mãos, com a ajuda de todos em torno de um objetivo que é melhorar nossa produtividade através da digitalização de processos. É para isso que o Núcleo foi criado, para auxiliar, dar orientações e estimular o trabalho que já está sendo feito tanto pela força de trabalho de cada unidade, quanto pelos servidores que compõe as Centrais de Digitalização e Distribuição de Processos”, explica Mônica.
Ela ressalta que nas unidades, os servidores poderão contar com o benefício das folgas-prêmio, que serão proporcionais à quantidade de processos digitalizados. “As folgas-prêmio foram uma estratégia que a CGJ encontrou para estimular os servidores e ao mesmo tempo reconhecer o esforço, uma vez que além de todo trabalho que eles já realizam, eles vão ser essenciais para a digitalização. Cada grupo de servidores receberá as folgas proporcionais à quantidade de processos digitalizados”, ressalta a secretária geral da CGJ.
No interior do Estado, já estão sendo estudados mecanismo de incentivo e aceleração do processo. Atualmente, a Central de Apoio às Secretarias, Ceas, está em Monsenhor Gil para digitalizar os processos das suas unidades. “Estamos estudando formas como implantar unidades regionais, com cidades-polo de digitalização. Cada região tem uma realidade e o objetivo é garantir que todos possam contribuir e serem beneficiados pelo processo”, acrescenta Mônica.
Se depender dos primeiros resultados, o projeto de digitalização será um sucesso. “Na fase experimental do projeto, logo no início da gestão da Corregedoria, uma equipe formada por cinco pessoas começaram os trabalhos  na Vara da Fazenda Pública. Em pouco mais de um mês elas conseguiram digitalizar 487 processos, o que corresponde a 10% dos processos a serem digitalizados na Vara. Isso nos anima muito e nos dá excelentes perspectivas, uma vez que além dos servidores de cada unidade, teremos 28 servidores que vão trabalhar especificamente nisso”, destaca Mônica Lopes.
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